segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Crônica de um corneteiro em dívida

Corintianos marcaram forte presença no Cornetão Chopp
Por Fabio Fleury

A primeira prova que eu tive de que o dia 8 de fevereiro de 2014 seria épico veio logo quando cheguei ao Playball. O Miúdo me viu, chegou e me deu um pirulito.

"Pra quê isso, cara?"

"Chupa, já fiz dois gols hoje."

Daí pra frente, só melhorou. A cada jogo, cada gol, cada abraço em amigos já conhecidos ou que conhecia só como um avatar e 140 caracteres muito bem aproveitados. E cada cornetada nos amigos também.

Aqui, preciso fazer um mea culpa. Minha intenção inicial era infernizar o maior número possível dos amigos que estavam em quadra, mas fiquei devendo. Deixei pra fazer as faixas no dia, cheguei atrasado e cornetei menos do que me propus. Podem me xingar que eu mereço.

Quem me salvou nas faixas foram o #Jair01, melhor goleiro do torneio, e o pequeno gigante Bruno Rodrigues, que ficou fora por causa de um ligamento rompido. Graças a eles, ACOBOU A PAS na quadra 8, pois eram todos comédias ali.

Mesmo assim, foi possível pentelhar sem miséria a melhor amiga do Tiago Leifert, a Maiara legal de conversar, o Baunilha mais mala dos três irmãos e o cover de Fala Mansa e magnata da mídia Fábio Vanzo. O Miúdo tinha música própria também, mas jogou bem e se livrou.

Também foi difícil concentrar só no que acontecia em quadra, com tanta gente querida pra conversar, abraçar pela primeira ou pela vigésima vez e tanta cerveja gelada pra beber e tanto churrasco pra comer (e cabe aqui uma homenagem especial aos incansáveis heróis da churrasqueira Frodo, Tati e Borgo).

Também participei de um importante concurso de imitação do Odil com o Vitonez, que serviu pra substituir o nosso Urtigão, desaparecido em meio ao torneio. Como dito anteriormente, foi épico.

No fim, o maior corneteiro acabou sendo o Leuzito, que mitou na função de mala do megafone. No fim, o que importou foi ver os amigos, falar merda e passar um dos melhores sábados da vida. No fim, os vencedores fomos todos nós. No fim, fiquei devendo na corneta mesmo, mas na próxima edição a CORNETÃO CHOPP voltará mais forte e pentelha. No fim, todos vencemos na Copa Trifon Ivanov. Nos aguardem (já temos uma música especial pro Portes, inclusive CHUPA PORTES)!

e

VAMOS XINGAR DE GRAÇA E SEM DISTINÇÃO

É O TERROR DO ALAMBRADO

É A CORNETÃOOOOO

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