terça-feira, 12 de julho de 2011

Intervalo: A seleção mais letal do Mundial Feminino

Por Felipe Portes

Bem se sabe que a Copa do Mundo Feminina é repleta de atletas que também podem ser modelos nas horas vagas. Nunca foi tão fácil parar e ver dois times de 11 correndo atrás da bola, sem temer o famoso close da câmera, nas transmissões.

Machistas como somos, é questão de tempo até que elaboremos uma seleção das mais belas que desfilam neste torneio. Para quem pensa que é uma tarefa fácil, digo-lhes que sobra opções para todas as funções táticas e até há disputa pelo banco de reservas. Dou-me o direito de escalar meu time, com os meus critérios próprios de beleza e não levando em conta se a jogadora disputou ou não algum jogo. Pode chamar de Miss Copa do Mundo, e como nosso negócio é futebol e não moda, cada uma ganha seu papel dentro do gramado. Em esquema 4-4-2, eis o meu grupo:

Goleira: Hope Solo - EUA (hors-concours)
O amigo leitor há de convir que qualquer seleção de futebol feminino tem de contar com Solo no gol. Melhor goleira e pedaço de mau caminho, a americana é unanimidade desde as Olimpíadas de 2004. Segura e toda produzida, Hope não poderia não guardar as metas da minha equipe. Atualmente joga no Boca Raton MagicJack, dos EUA. Importante ressaltar que ela é a capitã deste "catado".

Zagueira: Marita Skammelsrud Lund - Noruega
Marita cansou de levar dribles de Cristiane na partida válida pela primeira fase, mas não podemos jamais esquecer a sua bravura, seus lindos olhos e seus cab... sua boa capacidade de marcação. Vale a pena assistir aos jogos do selecionado norueguês para prestigiar a moçoila. Lund emana seu charme o resto do ano pelo Kvinner, de sua terra natal.

Zagueira: Corine Franco - França 
É importante ressaltar que haviam fotos mais ousadas de Franco, por aí. Mas como este blog é de respeito, utilizo esta, que é carregada de charme. Corine é uma das estrelas da seleção francesa, que faz boa campanha no Mundial. Encarregada de manter a cozinha arrumada (não poderia perder essa), assume o posto de zagueira deste selecionado. Como se pode perceber, joga pelo Olympique Lyonnais.

Lateral: Ellyse Perry - Austrália
Vinte anos, toda bonitinha, habilidosa e com uma peculiaridade: Ellysa Perry também joga pela seleção nacional de cricket! Com cara de atriz de Hollywood, foi reserva na maior parte do tempo deste Mundial, entrando como titular apenas contra a Suécia (poooxa, treinador!). Disputando as Copas do Mundo dos dois esportes, Perry não poderia ficar de fora desta postagem. Atualmente, joga futebol pelo Camberra United, da Austrália.

Lateral: Alex Krieger - EUA
Um dos destaques da lateral americana na partida contra o Brasil, Krieger fez uma partida exuberante. Tanto com a bola nos pés, quanto com as mãos levadas ao cabelo. A musa que fecha o setor defensivo desta escalação, está sem clube, ora só! Montarei um time do meu prédio, para que ela treine aqui em casa.


Volante: Laure Boulleau - França
Ah, a mulher francesa... Laure Boulleau é a responsável pela contenção e criação das bleus nesta Copa, envergando a camisa número 3, que já foi de Maldini. Ou Maldini teria vestido a 3 que seria de Boulleau? Difícil decidir. Fato é que a boa campanha francesa passa pelos pés desta loirinha de 1,59m que tem contrato com o Paris Saint-Germain.

Meia: Madeleine Giske - Noruega
Cérebro da seleção norueguesa, Madeleine Giske é veloz e apresenta bons passes. Características fundamentais para uma boa jogadora do meio campo. Quem acompanhou a peleja das escandinavas contra o Brasil, pode notar que uma das únicas que corriam e participavam ativamente da criação era justamente Giske. A camisa 13 da Noruega atualmente joga pelo Arna-Bjornar, do seu país.

Meia: Alex Morgan - EUA
A camisa 10, a favorita, a protegida deste que vos escreve. Alex Morgan causou furor ao adentrar o relvado contra o Brasil, na segunda etapa. Com seus gracejos e leveza ao caminhar, a lindinha deu mobilidade ao setor de meio campo dos EUA, no memorável duelo das quartas de final. Antes que este parágrafo vire um pedido de casamento, informo que Morgan joga pelo Western New York Flash.

Meia: Gaetane Thiney - França 
Thiney já posou de modelo juntamente com Corine Franco, antes da campanha da Euro-2009. Alternando entre as tarefas de meia ofensiva e atacante, Gaetane veste o manto francês com muita garra. Versatilidade é a palavra chave para definir esta atleta. Joga pelo Juvisy, da França.

Atacante: Jonelle Filigno - Canadá
Atacante titular desta equipe, Jonelle é a musa inspiradora do Canadá. Se disputasse concursos de beleza, certamente rivalizaria com as mais belas canadenses. Com calibre para brigar com Cobie Smulders, a mais célebre da terra de Celine Dion e Bryan Adams, Filigno foi presença constante durante a discreta campanha de sua nação nesta Copa. Eliminada precocemente ou não, ela ficará nos corações de muitos torcedores. Não é, @dsleite? Ela é vinculada ao time da universidade de Rutgers, nos EUA.

Atacante: Amy Rodriguez - EUA
Foi difícil, árduo e complicado ter escolhido a última atleta desta seleção. Fiquei entre Landstrom, da Suécia e a própria Rodriguez. Mas me lembrei do encanto que fui sujeito ao assistir aos jogos dos EUA e ver Amy, centroavante assim como tento ser. Americana no jeito de ser, de agir e até de ter sua função bem realizada em campo, Rodriguez integra um elenco quase perfeito, seja no primor técnico ou na beleza. Leva a camisa 9 pela simpatia. Joga pelo Philadelphia Independence.

*A pesquisa para a escolha das jogadoras foi demorada e criteriosa. Além das partidas televisionadas, este que vos escreve passou horas a fio no site da FIFA levantando ficha por ficha das nações participantes. Não suficiente selecionar atleta x ou y, consultei também as fotos presentes no Google para chegar a um consenso. Confesso que foi trabalhoso, mas realizei a tarefa com muito gosto. Afinal, mulher que joga futebol, por si é um charme..

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