Com palavras parecidas com essas, me dispus a exercer a espinhosa tarefa de apitar a Copa Trifon Ivanov. O fato de conhecer pessoalmente poucos participantes trazia um desejável ar de isenção à minha figura (o que acabou me gerando durante o torneio o apelido de “árbitro anônimo”). Depois de um rigoroso processo de seleção, a TRIFA – por meio do presidente de sua Comissão de Arbitragem, Coronel Marinho – oficializou que Winckler Rezende de Freitas, Cesarotti Amarilla, Giuli Castrilli e Talita Paula de Oliveira, seriam meus companheiros de tarefa no Trifonzão.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Um campeonato folclórico, emoções reais
Terça-feira, 11 de fevereiro de 2014. Rua Rui Barbosa, bairro da Bela Vista, São Paulo. Este local é conhecido como o coração do distrito do Bixiga, um bairro que não é bairro. O sotaque italiano, as festas, a personalidade diferente. É semelhante ao que acontece na Mooca, porém com menos propaganda (e sem reconhecimento distrital). Não existe uma divisão formal do que é Bixiga do que não é, mas basta estar ali presente para notar.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Crônica de um corneteiro em dívida
Agora um poeminha
Por João Paulo Borgonove
jogando a Copa Trifon Ivanov.
Ganhamos e perdemos
tudo culpa do Isvetcoff.
Todos nós comemoramos a mesma coisa
Por Bruno Bonsanti
Naquele calor, ensurdecedor, como diz o outro, respirar era um desafio. Pensar direito era impossível. Quando um dos melhores jogadores a edição passada da Copa Trifon Ivanov dominou a bola na entrada da área e armou o chute, despendi dois milésimos de segundos para tomar uma decisão, que considerou um único fator: não pode ser gol.
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
O nosso lado negro nem teve tempo de aparecer
Por Felipe Lobo
Ser escolhido para capitanear um time da Copa Trifon Ivanov é
mais do que uma alegria. É uma honra. E fiz questão que o nome do time tivesse
a minha assinatura. Não éramos os melhores, mas éramos um time que gostava de
lutar. Vestimos a raça uruguaia, em uma homenagem à tradição Carbonera.
Representamos a Penha, a zona leste. O meu bairro, a minha região. Uma
brincadeira que todos compraram a ideia.
O Futebol Gourmet contra as cornetas
Por Marcelo Mendonça
O megafone e as trombetas de
Gondor soaram como nunca e o time que tinha estampada a coxinha do Veloso não se abalou e usou isso
como trunfo pra ser o 3º colocado da série A da Copa Trifon Ivanov.
Conservadorismo e tristeza
Por Rodrigo "El" Salvador
O Cobrelapa não foi um time de um dia. É justo dizer que nenhum time foi, já que a II Copa Trifon Ivanov começou há tempos, e ainda não acabou. Mas quando a gente se dispõe a fazer qualquer coisa junto com gente que nunca viu na vida, a chance de dar miseravelmente errado existe. No Cobrelapa, tudo deu mecanicamente certo, fruto de uma sinergia rara. Assim, minha tarefa aqui é falar sobre um time que ainda existe e que tem torcida, ainda que nunca mais jogue junto. Uma seleção de caras fodas.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Renascimento
Por Juliana Damasceno
Nasci numa família de fanáticos que fizeram a vida, construíram suas casas e sua história por causa de um time de futebol. Lindo começo, não é? Mas, certamente, fossem vivos, meu avô e meu pai nada teriam do que se orgulhar: sou um fracasso com a bola nos pés.
Nasci numa família de fanáticos que fizeram a vida, construíram suas casas e sua história por causa de um time de futebol. Lindo começo, não é? Mas, certamente, fossem vivos, meu avô e meu pai nada teriam do que se orgulhar: sou um fracasso com a bola nos pés.
O aguerrido Troféu Kátia Cilene
Poderia muito bem ser um tiro no escuro organizar um torneio feminino juntamente ao Trifonzão. Já na primeira edição da Copa, várias meninas quiseram se inscrever para jogar ao nosso lado. Tecnicamente falando, elas conseguiriam sim fazer isso, mas não seria justo colocá-las para dividir bola com um bando de marmanjos.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Os homens de preto
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| Foto: Maurício Matsueda |
Por Leopoldo Bitencourt
Os homens de preto, os homens de preto,
os homens de preto
Os homens de preto trazendo a boiada
Vêm rindo, cantando, dando gargalhada
Deus, Deus, Deus, Deus, Deus, você fez
Vêm rindo, cantando, dando gargalhada
Deus, Deus, Deus, Deus, Deus, você fez
Os homens de preto trazendo a boiada
Vêm rindo, cantando, dando gargalhada
E o bicho coitado não pensa em nada
Só vai pela estrada direto a charqueadas
Vencer sem fazer gols
Por Leonor Macedo
- Me passa um guardanapo aí que eu vou montar um esquema tático para o time! – pediu Liana, a lateral direita do Laparuña, minutos antes do nosso primeiro jogo.
Afundem o navio pirata!
Por Daniel Tomiate
Tudo começou quando nos arrancaram o direito de jogar com as nossas cores. Continuou com a nossa cotação para lanterna do campeonato no Bolão do El. A cereja do bolo foram as apostas gravadas em vídeo que envolviam (semi)nudez em aeroportos, caminhadas de 400 quilômetros e a presença de um dos craques em campo numa improvável final.
Tudo começou quando nos arrancaram o direito de jogar com as nossas cores. Continuou com a nossa cotação para lanterna do campeonato no Bolão do El. A cereja do bolo foram as apostas gravadas em vídeo que envolviam (semi)nudez em aeroportos, caminhadas de 400 quilômetros e a presença de um dos craques em campo numa improvável final.
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Um dia de festa cheio de pessoas legais
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| Foto: Paulo Afonso |
Por Leonardo Rossatto
Falar da Copa Trifon Ivanov é chato. É ruim. Porque nenhum discurso e bonito vai expressar completamente a catarse coletiva que ocorreu no sábado lá no Playball Pompéia. Foi algo único, inexplicável e que está marcado pra sempre nos corações e mentes de quem esteve lá e vivenciou tudo.
O jogo que não acabou
Por Eric Franco
De maior máfia e panela do campeonato à descoberta de que tudo isso era uma farsa, minha participação na primeira Copa poderia acompanhar alguns adjetivos como risível ou decepcionante. Rancoroso e competitivo, entrei disposto a apagar completamente aquela participação da memória alheia e usar isso como incentivo pra ajudar meus companheiros de time a ter uma apresentação memorável dessa vez. Deu certo, mas não do jeito que eu tinha pensado...
De maior máfia e panela do campeonato à descoberta de que tudo isso era uma farsa, minha participação na primeira Copa poderia acompanhar alguns adjetivos como risível ou decepcionante. Rancoroso e competitivo, entrei disposto a apagar completamente aquela participação da memória alheia e usar isso como incentivo pra ajudar meus companheiros de time a ter uma apresentação memorável dessa vez. Deu certo, mas não do jeito que eu tinha pensado...
O bonde unido por chinelos
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| Foto: Mauricio Matsueda |
Por Pedro Spiacci
Não era capitão, talvez nem fosse participar da Copa, pois duas lesões seguidas nos tornozelos me impediriam. Em pouco tempo, tudo mudou. O médico disse que seria possível, mas seria difícil, por isso, logo comecei a realizar seguidas sessões de fisioterapia e, sim, foi possível. No meio da minha maratona, fui conhecendo aos poucos os caras que iam jogar comigo e fui vendo como seria legal tê-los ao meu lado.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Moocabi Haifa: a Revolução dos Cannolis
Por Fabio Chiorino
Um começo constrangedor. O Moocabi Haifa estreou na 2ª Copa Trifon Ivanov com uma derrota por 3 a 0 contra o fortíssimo Cobrelapa e, na sequência, um acachapante revés de 5 a 1 contra o Borussia Moemagladbach. Deixamos o gramado naquele sentimento confuso de vergonha e espanto. Foi aí que reunimos o time momentos antes da partida contra o Aston Villa Mariana e fizemos um pacto: já estamos eliminados, vamos tentar ao menos nos divertir.
Um começo constrangedor. O Moocabi Haifa estreou na 2ª Copa Trifon Ivanov com uma derrota por 3 a 0 contra o fortíssimo Cobrelapa e, na sequência, um acachapante revés de 5 a 1 contra o Borussia Moemagladbach. Deixamos o gramado naquele sentimento confuso de vergonha e espanto. Foi aí que reunimos o time momentos antes da partida contra o Aston Villa Mariana e fizemos um pacto: já estamos eliminados, vamos tentar ao menos nos divertir.
Os troféus individuais da II Copa Trifon Ivanov
Senhores, eis os troféus individuais da Copa Trifon Ivanov após votação dos capitães. Desde já deixamos claro que este post apenas inclui os prêmios do torneio masculino. Os do feminino saem anexados a um texto especial do Torneio Kátia Cilene, com o devido destaque, ainda nesta semana.
O futebol também precisa dos caras ruins
Não deu pra disputar o título esse ano, não deu pra brigar por nada que não fosse a lanterna. Mas eu não ligo, meus colegas não ligam. Todos eles entraram pra fazer o que combinamos logo na primeira preleção: se divertir. E nesse ponto, certamente nenhum dos homens de rosa pode reclamar.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
A magnífica tabela da Copa Trifon Ivanov
Senhoras e senhores, meninos e meninas, cá estamos nós para o último post antes da #CopaTrifonIvanov. É por meio deste anúncio que também disponibilizaremos a tabela de jogos do torneio, com mais algumas ressalvas do regulamento, todas elas de acordo com o congresso técnico desta quinta-feira, realizado com todos os capitães/representantes dos clubes. (Chupa, CBF)
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