Por Felipe Lobo
Ser escolhido para capitanear um time da Copa Trifon Ivanov é
mais do que uma alegria. É uma honra. E fiz questão que o nome do time tivesse
a minha assinatura. Não éramos os melhores, mas éramos um time que gostava de
lutar. Vestimos a raça uruguaia, em uma homenagem à tradição Carbonera.
Representamos a Penha, a zona leste. O meu bairro, a minha região. Uma
brincadeira que todos compraram a ideia.

